Sempre mudo de ideia sobre o que escrever.
Queria falar sobre como eu fiquei com raiva ontem no inicio da noite e dizer um monte de coisas mal-criadas, mas sinceramente, não vale a pena.
Hoje eu passei o dia em casa e aproveitei pra adiantar uns trabalhos. Um deles, o desenho do amigo oculto.
Eu não sabia exatamente o que fazer, mas tinha que ser bem feita e bem pensado, pq era pra uma pessoa muito querida. E mesmo eu passando duas horas fazendo o desenho, ele não está pronto, mas eu me empenhei ao máximo. Mas se fosse pra outra pessoa, será que eu teria me dado ao trabalho de fazer o mesmo? Fato que não, e eu sei disso. A gente só se da ao trabalho de agradar quem a gente gosta, quem a gente sente carinho. Isso serve tanto para coisas boas, como o desenho, como para as coisas ruins. Tipo aquele papo de mãe: "Eu só estou brigando com você porque eu me preocupo com você!" E é verdade, por mais que seja dificil de entender. Eu pelo menos não perco tempo me preocupando com alguem que não tem importância. Blé. Eu perdi totalmente o fio, não lembro mais aonde eu queria chegar com esse texto.
Mas queria deixar uma frase que meu pai me falou uma vez, numa época que a minha mãe vivia descontando o estresse dela em mim.
"Sabe, quando as pessoas que nós amamos machucam demais a gente é a hora que elas precisam de mais carinho e compreensão. "
domingo, 17 de outubro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Fronteiras do Universo
As vezes os textos saem com uma naturalidade incrivel, e outras, com uma dificuldade imensa. E hoje é o dia da dificuldade, não por falta de coisas para escrever, mas pelo excesso delas. Queria realmente reclamar da vida, usar o blog como sei la, um diário ou um amigo, e ficar me lamentando. Mas não farei isso. Acho um saco ler aqueles blogs onde as pessoas só falam de sua vida pessoal, reclamam e contam sobre o seu dia. Pra isso eu tenho uma lista enorme de amigos no msn (ta, não tão enorme assim) e a familia inteira dentro de casa. E de problemas as pessoas já estão cheias dos seus próprios. Mas enfim, voltando ao assunto. (Que assunto, Júlia?) Eu gostaria de ter um daemon.
Só pra explicar, Daemons são pequenos espiritos em formas de animais que representam a nossa personalidade e nos acompanham desde o dia em que nascemos. ( Da trilogia Fronteiras do universo, que eu recomendo.) Eu teria um bicho fofo andando ao meu lado para sempre. Não me sentiria sozinha nunca, pois não importa o que houvesse, ele estaria para sempre ao meu lado e nada nem ninguem poderia nos separar. Eu teria a minha consciência não mais como uma vozinha miuda na minha cabeça, mas como uma força fisica, que poderia me guiar sempre, me fazer refletir e me dar forma e coragem pra continuar, sempre. Ah, o mundo seria um lugar tão melhor se todos tivessem daemons. Saberíamos que tipo de pessoa é só de olhar para o animal ao seu lado.
O meu eu tenho certeza, que seria um belo leão de juba lustrosa.
Well, i'm rambling.
Só pra explicar, Daemons são pequenos espiritos em formas de animais que representam a nossa personalidade e nos acompanham desde o dia em que nascemos. ( Da trilogia Fronteiras do universo, que eu recomendo.) Eu teria um bicho fofo andando ao meu lado para sempre. Não me sentiria sozinha nunca, pois não importa o que houvesse, ele estaria para sempre ao meu lado e nada nem ninguem poderia nos separar. Eu teria a minha consciência não mais como uma vozinha miuda na minha cabeça, mas como uma força fisica, que poderia me guiar sempre, me fazer refletir e me dar forma e coragem pra continuar, sempre. Ah, o mundo seria um lugar tão melhor se todos tivessem daemons. Saberíamos que tipo de pessoa é só de olhar para o animal ao seu lado.
O meu eu tenho certeza, que seria um belo leão de juba lustrosa.
Well, i'm rambling.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Hero.
Não esquecer o blog, ele disse pra mim.
Mas eu sempre esqueço
Juro que não faço por mal, mas eu já disse isso uma vez e torno a dizer. Da mesma forma que eu me interesso muito fácil por uma coisa, eu perco o interesse com a mesma facilidade. Mas não é sobre isso que eu quero falar. Até poderia ser, pois eu realmente não sei o que postar, mas sinto que não devo falar sobre a minha falta de interesse nas coisas.
Sabe, esses dias eu estava lembrando de quando a minha prima morava comigo, aqui em casa. Ela é mais nova que eu o que, uns 6 ou 5 anos, mas a gente se dava muito bem. A gente brincava e brigada muito, como se fôssemos irmãs mesmo. Mas ela tinha a mania de me imitar em tudo que eu fazia e gostar de tudo que eu gostava, e isso me deixava muito irritada. Que saco, eu era eu e ela era ela poxa! Será que ela não tinha personalidade própria? Por mais que isso me irritasse, eu apenas tentava ignorar. Não tinha idade o suficiente pra discutir com ela sobre isso, e mesmo assim, ela não entenderia, era mais nova que eu. Mas infelizmente ela se mudou e foi morar em buzios, longe de mim, e eu sinto muita, mais muita falta dela. E só depois que ela se mudou que eu percebi a oportunidade que eu tinha perdido. Foi só depois que eu consegui entender que ela não era uma mini cópia minha por falta de personalidade, mas sim porque ela me admirava, me tinha como exemplo do que ela queria ser na minha idade. E eu ignorei aquilo durante os 3 anos que moramos juntas. Fico extremamente triste em pensar que eu poderia ser a "heroina" dela até hoje, mas não sou. Pelo menos eu acho que não sou.
Mas eu tenho certeza, que da próxima vez que eu encontrar alguem como ela, que me tenha como inspiração ( se isso acontecer, né.) eu não vacilarei. Não mais.
Eu reli o texto e o achei meio confuso, mas foda-se, não vou mudar.
Beijos pra vocês.
Mas eu sempre esqueço
Juro que não faço por mal, mas eu já disse isso uma vez e torno a dizer. Da mesma forma que eu me interesso muito fácil por uma coisa, eu perco o interesse com a mesma facilidade. Mas não é sobre isso que eu quero falar. Até poderia ser, pois eu realmente não sei o que postar, mas sinto que não devo falar sobre a minha falta de interesse nas coisas.
Sabe, esses dias eu estava lembrando de quando a minha prima morava comigo, aqui em casa. Ela é mais nova que eu o que, uns 6 ou 5 anos, mas a gente se dava muito bem. A gente brincava e brigada muito, como se fôssemos irmãs mesmo. Mas ela tinha a mania de me imitar em tudo que eu fazia e gostar de tudo que eu gostava, e isso me deixava muito irritada. Que saco, eu era eu e ela era ela poxa! Será que ela não tinha personalidade própria? Por mais que isso me irritasse, eu apenas tentava ignorar. Não tinha idade o suficiente pra discutir com ela sobre isso, e mesmo assim, ela não entenderia, era mais nova que eu. Mas infelizmente ela se mudou e foi morar em buzios, longe de mim, e eu sinto muita, mais muita falta dela. E só depois que ela se mudou que eu percebi a oportunidade que eu tinha perdido. Foi só depois que eu consegui entender que ela não era uma mini cópia minha por falta de personalidade, mas sim porque ela me admirava, me tinha como exemplo do que ela queria ser na minha idade. E eu ignorei aquilo durante os 3 anos que moramos juntas. Fico extremamente triste em pensar que eu poderia ser a "heroina" dela até hoje, mas não sou. Pelo menos eu acho que não sou.
Mas eu tenho certeza, que da próxima vez que eu encontrar alguem como ela, que me tenha como inspiração ( se isso acontecer, né.) eu não vacilarei. Não mais.
Eu reli o texto e o achei meio confuso, mas foda-se, não vou mudar.
Beijos pra vocês.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Metáforas.
Há alguns dias atrás, eu acordei de extremo mau-humor. Não consegui dormir direito, acabei tendo uma noite horrível. Pela manhã, tudo que podia ter dado de errado, deu. Me atrasei, o chuveiro não esquentava, meu pão queimou na torradeira, deixei a xícara preferida da minha mãe cair no chão. E só para piorar, o dia estava horrendo. Chovera a noite toda e parecia que não iria parar tão cedo. Sai de casa com a pior roupa possível, porque as roupas boas não tinham secado por causa da chuva. Perdi o ônibus assim que estava chegando no ponto. Fiquei horas esperando um segundo ônibus e corri pra conseguir pegar um lugar na janela. Sentei, cansada e estressada, apoiando meu braço no para-peito da janela, e meu rosto sobre o mesmo. Fiquei tanto tempo naquele maldito ponto que a chuva até tinha acalmado um pouco. Fiquei olhando pela janela, procurando inutilmente algo interessante para me distrair um pouco. Nada.
Depois de alguns minutos de transito e tédio continuo, algo me chamou a atenção. Ao longe, não muito visível ainda, surgia naquele clima meio sol, meio chuva, um belo arco-íris. No mesmo instante minha expressão mudou de aborrecida para algo indecifrável. Uma mistura de surpresa e contemplação. Quando de dei conta, estava parada, com o rosto contra o vidro, olhos arregalados e lábios entreabertos. Meu rosto ferveu de vergonha e eu me recompus, mas continuei observado o arco-íris mais discretamente, mas com um sorriso no rosto. naquele momento eu nem lembrava mais da noite mal dormida ou do pão queimado. Uma coisa simples como aquela me fizera esquecer de tudo e colocou um sorriso no meu rosto, nem que fosse só por alguns minutos.
Depois de alguns minutos de transito e tédio continuo, algo me chamou a atenção. Ao longe, não muito visível ainda, surgia naquele clima meio sol, meio chuva, um belo arco-íris. No mesmo instante minha expressão mudou de aborrecida para algo indecifrável. Uma mistura de surpresa e contemplação. Quando de dei conta, estava parada, com o rosto contra o vidro, olhos arregalados e lábios entreabertos. Meu rosto ferveu de vergonha e eu me recompus, mas continuei observado o arco-íris mais discretamente, mas com um sorriso no rosto. naquele momento eu nem lembrava mais da noite mal dormida ou do pão queimado. Uma coisa simples como aquela me fizera esquecer de tudo e colocou um sorriso no meu rosto, nem que fosse só por alguns minutos.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Post vazio.
Vazio pelo simples fato de que eu não tenho o que postar. E também, minha cabeça anda bem vazia utimamente, ou pelo menos eu venho tentado mantê-la dessa forma. Pra mim, as vezes é melhor não pensar muito, ou melhor não pensar nunca sobre certas coisas, pois só pioram. Quanto menos você pensa, menos fica remoendo aqueles sentimentos e de certa forma, eles machucam menos. E não quero que isso fique o tempo todo na minha cabeça, me assustando e não deixando as feridas cicatrizarem. Quanto mais rápido acontecer, melhor.
Meio sem coração da minha parte estar escrevendo isso, mas é o que eu acho e ponto. Não quero ficar triste, e não quero parecer triste. Quero que minha muralha continue assim, intacta. Pelo menos aparentemente. E se não der certo, deixo que as flores e folhas cubram os danos que o tempo não cura.
Não sei se fui clara com a analogia, mas se não fui... lamento, acho.
Meio sem coração da minha parte estar escrevendo isso, mas é o que eu acho e ponto. Não quero ficar triste, e não quero parecer triste. Quero que minha muralha continue assim, intacta. Pelo menos aparentemente. E se não der certo, deixo que as flores e folhas cubram os danos que o tempo não cura.
Não sei se fui clara com a analogia, mas se não fui... lamento, acho.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Semestre novo, vida nova!
Finalmente agosto chegou, trazendo com ele o inicio das minhas tão esperadas aulas na UFRJ!
As aulas estão sendo maravilhosas e meus dias não podiam ser melhores, sério. As pessoas da minha turma são incríveis e os veteranos são super gente fina. Algumas coisas ruins, lógico, como calor, banheiros sem ralo e fila no bandejão, mas fora isso, tudo está sendo perfeito.
E os dias de trote me trouxeram lembranças da minha infância. Pulei, corrigo, gritei, comi macarrão cru e me humilhei na frente da EBA inteira. Adoro! O pedagio foi engraçado e desgastante, mas as pinturas são ótimas. Joker, Cheetara e Marin FTW Hahah.
Mas mudando totalmente o assunto, hoje eu decidi que vou escrever mais no meu blog. E tô com uma proposta, de postar toda semana curiosidades de algum tema. Como eu não mostro meu blog pra ninguém, não tem uma só sugestão de temas para minhas divagações. Mas agora vou divulga-lo mais, prometo pra mim mesma. ( Duvido que isso vá acontecer.)
Bão, só para o post não ficar sem graça, vou colocar um dos meus videos preferidos no final, pra vocês lerem tudo. :)
Charlie The Unicorn
See ya.
As aulas estão sendo maravilhosas e meus dias não podiam ser melhores, sério. As pessoas da minha turma são incríveis e os veteranos são super gente fina. Algumas coisas ruins, lógico, como calor, banheiros sem ralo e fila no bandejão, mas fora isso, tudo está sendo perfeito.
E os dias de trote me trouxeram lembranças da minha infância. Pulei, corrigo, gritei, comi macarrão cru e me humilhei na frente da EBA inteira. Adoro! O pedagio foi engraçado e desgastante, mas as pinturas são ótimas. Joker, Cheetara e Marin FTW Hahah.
Mas mudando totalmente o assunto, hoje eu decidi que vou escrever mais no meu blog. E tô com uma proposta, de postar toda semana curiosidades de algum tema. Como eu não mostro meu blog pra ninguém, não tem uma só sugestão de temas para minhas divagações. Mas agora vou divulga-lo mais, prometo pra mim mesma. ( Duvido que isso vá acontecer.)
Bão, só para o post não ficar sem graça, vou colocar um dos meus videos preferidos no final, pra vocês lerem tudo. :)
Charlie The Unicorn
See ya.
sexta-feira, 12 de março de 2010
80ção.
Queridos amigos,
Novamente o meu blog morreu. Eu sempre esqueço de postar, incrível não é? Digamos que da mesma forma como eu gosto muito rápido de algo, eu perco o interesse com a mesma facilidade e isso não é nenhum segredo. Mas de alguma forma o blog do meu querido amigo lasevitch acabou me animando um pouco. (http://trololando.blogspot.com)
Bem, eu não faço ideia sobre o que escrever aqui hoje, então vou só soltar algumas coisas aleatórias e pronto.
Sabe, eu ando meio encucada com algumas coisas. Primeiro que estou extremamente puta, possessa comigo mesma. E tudo por causa do meu coração extremamente confuso. Eu cheguei a conclusão que eu não sei mesmo o que eu quero da vida, que tipo de relacionamento eu quero ter, ou melhor ainda. Eu quero ter um relacionamento? Quando eu busca bem fundo na minha mente eu chego a conclusão que não. Eu já tive alguns relacionamentos bem traumaticos e mesmo sabendo que um dia eu vou ter que arranjar alguem parar ficar do meu lado, eu gostaria muito que isso não fosse tão cedo. Mas pra mim isso parece ser algo extremamente complicado. E eu juro que não é culpa minha, é como se eu fosse uma espécie de viciada em romance, assim como no The Sims 3 ( Alias, eu tenho que parar de jogar isso.). Mal saio de um relacionamento e acabo entrando em outro.
Mas a culpa é minha, que não sei me controlar. Se eu não desse trela, ou soubesse dizer não, essas coisas não aconteceriam comigo. Mas se eu não fosse assim, não seria eu, certo?
Bem, ao menos eu decidi seguir um conselho que meu grande amigo (olha ele aqui de novo) Lasevitch me deu.
Não saia de um relacionamento para entrar em outro.
E eu prometo que tentarei segui-lo, com toda convicção que eu tiver! E espero que ela seja suficiente, porque acho que ninguem, não apenas eu, mereça ficar sofrendo com dores de cotovelo.
Um pequeno ps.
Não estou nada feliz por ter perdido meus comentários. >:
Novamente o meu blog morreu. Eu sempre esqueço de postar, incrível não é? Digamos que da mesma forma como eu gosto muito rápido de algo, eu perco o interesse com a mesma facilidade e isso não é nenhum segredo. Mas de alguma forma o blog do meu querido amigo lasevitch acabou me animando um pouco. (http://trololando.blogspot.com)
Bem, eu não faço ideia sobre o que escrever aqui hoje, então vou só soltar algumas coisas aleatórias e pronto.
Sabe, eu ando meio encucada com algumas coisas. Primeiro que estou extremamente puta, possessa comigo mesma. E tudo por causa do meu coração extremamente confuso. Eu cheguei a conclusão que eu não sei mesmo o que eu quero da vida, que tipo de relacionamento eu quero ter, ou melhor ainda. Eu quero ter um relacionamento? Quando eu busca bem fundo na minha mente eu chego a conclusão que não. Eu já tive alguns relacionamentos bem traumaticos e mesmo sabendo que um dia eu vou ter que arranjar alguem parar ficar do meu lado, eu gostaria muito que isso não fosse tão cedo. Mas pra mim isso parece ser algo extremamente complicado. E eu juro que não é culpa minha, é como se eu fosse uma espécie de viciada em romance, assim como no The Sims 3 ( Alias, eu tenho que parar de jogar isso.). Mal saio de um relacionamento e acabo entrando em outro.
Mas a culpa é minha, que não sei me controlar. Se eu não desse trela, ou soubesse dizer não, essas coisas não aconteceriam comigo. Mas se eu não fosse assim, não seria eu, certo?
Bem, ao menos eu decidi seguir um conselho que meu grande amigo (olha ele aqui de novo) Lasevitch me deu.
Não saia de um relacionamento para entrar em outro.
E eu prometo que tentarei segui-lo, com toda convicção que eu tiver! E espero que ela seja suficiente, porque acho que ninguem, não apenas eu, mereça ficar sofrendo com dores de cotovelo.
Um pequeno ps.
Não estou nada feliz por ter perdido meus comentários. >:
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